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7 fomas para sair das dívidas até final do ano

Dentre aqueles que se entraram nas dívidas devido à falta de controle sobre finanças ou compras por impulso, ainda há muitos que não tentam ou pensam em mudar seu comportamento para evitar mais dívidas no futuro. Esta situação, no entanto, está mudando. Em 2018, 58% dessas pessoas afirmaram que não planejavam ou não pensavam que precisavam mudar alguma coisa em sua atitude. Em 2019, essa proporção caiu para 47%, enquanto 53% agora dizem que estão repensando seu comportamento. Entre os que procuraram algum tipo de ajuda, 62,5% procuraram amigos ou parentes para organizar as contas e 18,8% procuraram a orientação de um profissional, como consultor financeiro, banco ou outras instituições.

1- Anote tudo

Para rastrear sua conta, lembre-se de anotar todos os custos. Dessa forma, você saberá exatamente para onde está indo o dinheiro. Outro ponto é não se perder no meio de vários pagamentos que precisam ser feitos.

2- Realize cálculos realistas

Não ira ter sucesso se chegar à mesa de negociação de suas dívidas do banco e aceitar que você não poderá pagar. Dessa forma, o primeiro passo é anotar o lucro líquido do mês (menos impostos e benefícios) e subtrair as despesas básicas, como moradia e assistência médica. Após realizar esse cálculo, os consumidores devem reduzir os custos excedentes. O saldo final é uma dívida que é recomendada para ser paga mensalmente ao banco. Nesse cálculo, receitas adicionais que serão auferidas no futuro, como o 13º salário, podem ser usadas para reduzir a dívida e gerar descontos.

3- Avalie as condições oferecidas por outros bancos

Condições de estudo oferecidas por outros bancos A dívida pode ser transferida para outra instituição financeira que oferece melhores condições de pagamento. Ao pesquisar taxas de juros, prazos e benefícios oferecidos por outras instituições, os clientes podem pressionar seus bancos para fornecer condições semelhantes. Se o acordo não for alcançado, os consumidores devem considerar a transferência de dívida para outra instituição financeira. “Nesse caso, alguns bancos não precisam abrir uma conta corrente”, disse Ione, do Idec.

4 – Faça seu orçamento

Uma atitude básica para se livrar de problemas e dívidas é organizar o orçamento. Você pode usar aplicativos de telefone, planilhas de computador e até notebooks. É importante que você anote todos os pagamentos e todas as taxas recebidas durante o mês. Você pode receber salários, bônus, pensões, contas, etc. E os custos precisam ser detalhados, para que você possa reduzir custos desnecessários.

5- Fale com a família

É fundamental envolver toda a família na organização do orçamento e no pagamento de dívidas. Cada membro da sua família pode oferecer idéias como reduzir despesas ou aumentar a renda, aumentar a carga de trabalho ou vender itens que não são mais usados.

6- Caso não consiga acordo, peça ajuda

Se não houver outra alternativa para entrar em um acordo com o banco, é possível solicitar ajuda gratuitamente. Os Centros de Super Endividamento do Procon e a parceria da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) com os Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro, Rondônia e Tocantins ajudam a acordos entre consumidores e instituições financeiras. No entanto, ambas as opções são apenas para clientes que se enquadram no perfil de endividamento excessivo e já estão no padrão. Para quem precisa de ajuda e não se encaixa no perfil, pode ser necessário contratar um advogado e arcar com os custos do serviço. Renata, da Proteste, destaca que o advogado pode ser contratado apenas para intermediar o contrato. Uma eventual ação judicial deve ser procurada apenas como último recurso. “Além de gerar mais custos, o processo depende da compreensão do juiz para ter sucesso”.

7- Fique atento para não cair em uma nova armadilha

Quando a dívida é renegociada, é necessário tomar mais cuidado para que as finanças descontrolem novamente. Se os consumidores não puderem pagar suas dívidas, será mais difícil renegociá-las com os bancos. Economistas do Idec disseram: “Se a lei violar novamente, a flexibilidade das instituições financeiras será reduzida”. Nesse caso, o banco pode optar por não baixar as taxas de juros ou reduzir o valor da dívida e se recusar a estender o período de reembolso. Ione disse que os bancos geralmente têm seus próprios registros padrão. “Embora consideremos essa prática antiética, ela existe. Os economistas do Idec concluem. Especialistas dizem que a dívida deve ser igual a até 30% da renda para evitar descasamentos financeiros.

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